domingo, 25 de setembro de 2011

Foi culpa do silicone.


Rir é sempre o melhor remédio!
Estamos em um tempo em que o silicone toma conta da nossas vidas. Eu me considerava uma pessoa informada sobre problemas relacionados à colocação de próteses de silicone no peito, no bumbum, em que as mulheres (e homens), ficam parecendo poltronas ambulantes, na panturrilha,
no maxilar (para dar efeito do queixo do Clark Kent), entre outros.
No entanto não conhecia o risco de prótese de silicone no tapete! ?!? Sim, pois saibam que silicone no tapete do carro é altamente perigoso com efeitos colaterais irreversíveis.

Acompanhe:
Se você é homem ou mulher, de meia idade, está cansado da sua vidinha e a espera de uma oportunidade de armar um barraquinho: alugue um carro. Esta é a oportunidade ideal de descontar na atendente, psicóloga, agente de viagem, informações turísticas, garçonete, telefonista, moça do xerox, fornecedora de materias de escritório (papel, caneta, tesouta, clips, fita adesiva, ???saco de lixo???), mulher do tempo e sensitiva. Sim, sensitiva. Afinal, como "diabos" eu vou saber que horas o voo da Maria chega ou se ela vai demorar e, mais, que culpa eu tenho se ela não atende o celular.

Mas, embora estes tópicos mereçam destaque não estão nesta pauta.

Voltando ao silicone... Atendi um sr. hoje que bateu com o parachoque do carro (não sei onde?), mas o fato é que causou um dano, uma avaria.
Carros alugados=cuidado dobrado.
Afinal: bateu-pagou; quebrou-pagou; respirou-pagou...
E a desculpa mais esfarrapada do mundo para a sua incopetência na direção foi: "A lavagem de vocês passou muito silicone nos tapetes, desse modo eu "resbalei" o pé e bati o carro.

Ahhhhhhhhh fala sérioooooo né!

O pior é que quando o cliente tem algum problema, todo o resto não presta mais. O Gps não funcionava,  o serviço foi péssimo, não o avisaram de nada e .... vou processar, processar e processar!!!

Não é bom divulgar a ideia... vai que vira moda. Esse silicone!

Para completar o domingo: O meu cliente foi puxdo pelo namorado que tascou um beijão. E eu...fiquei no vácuo e dei uma gargalhada. Foi sem querer!

Resumo: Clientes = motivação para novos posts!


Boa noiiiiite!





sábado, 24 de setembro de 2011

Visita indesejada


A história abaixo é verídica. Uma cunhada de uma prima minha de 2º grau que me contou. Claro, não podia deixar de repassá-la. Eu estava no primeiro semestre da faculdade quando a professora de produção textual solicitou um trabalho. A coluna rende frutos até hoje servindo como material didático para alunos da graduação de letras.

Nada contra as sogras, muito menos contra a minha!


Visita indesejada.


Casamento. Noite de núpcias.

O momento mais esperado pelo casal.

Ana e Cláudio se amavam.

Essa era à noite mais desejada por eles.

Luz a velas. Champagne.

Música ambiente. Morangos.

Muitas mãos. Pouca roupa. Campainha.

Campainha?

Era a mãe de Ana.

Lua-de-mel... Sogra...

Sogra... Lua-de-mel...

Combinação nada perfeita.

“A saudade bateu minha filhinha.”

Ana com pena, acomodou a mãe junto a ela na cama.

Cláudio decepcionado foi dormir.

Luz apagada. Cama no chão.

Pijama. Coberta. E o ronco da sogra.

“Um é pouco, dois é bom, três é demais.”

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Vida de passageiro.

Essa vida de passageiro não é fácil mesmo. Pegar ônibus sinceramente não é para mim. Mas para quem é, afinal? Pior ainda é se você pegar a condução errada. Não estava de óculos, mas estava de lentes. A culpa foi da música. Sim. Quem nunca se distraiu com uma boa música e esqueceu da vida, pois é...
Já não bastasse ter perdido o ônibus para o aeroporto fui parar no centro de Porto Alegre: um formigueiro vivo, desastrado, gritante, mal-cheiroso?? e perigoso.
Pior ainda é pegar o trem, mas pelo menos agora não faço mais sinal para ele parar. Acredite é verdade!
E se eu disser que este assunto é recorrente? Mas da outra vez foi culpa a visão, ou melhor, da falta da maldita.
Sabe...tenhos muitas histórias de ônibus, com ônibus e no ônibus.
Mas, agora que tenho um espaço para compartilhar aguardem meus causos sempre desinteressados, mas sempre interessantes. Pode faltar compromisso com a verdade, eu confesso, mas nunca com a criatividade.