A história abaixo é verídica. Uma cunhada de uma prima minha de 2º grau que me contou. Claro, não podia deixar de repassá-la. Eu estava no primeiro semestre da faculdade quando a professora de produção textual solicitou um trabalho. A coluna rende frutos até hoje servindo como material didático para alunos da graduação de letras.
Nada contra as sogras, muito menos contra a minha!
Visita indesejada.
Casamento. Noite de núpcias.
O momento mais esperado pelo casal.
Ana e Cláudio se amavam.
Essa era à noite mais desejada por eles.
Luz a velas. Champagne.
Música ambiente. Morangos.
Muitas mãos. Pouca roupa. Campainha.
Campainha?
Era a mãe de Ana.
Lua-de-mel... Sogra...
Sogra... Lua-de-mel...
Combinação nada perfeita.
“A saudade bateu minha filhinha.”
Ana com pena, acomodou a mãe junto a ela na cama.
Cláudio decepcionado foi dormir.
Luz apagada. Cama no chão.
Pijama. Coberta. E o ronco da sogra.
“Um é pouco, dois é bom, três é demais.”

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